9 de out. de 2014

A História por trás do Jogo: Destiny Parte 1




Muito "hype" foi criado para o lançamento de Destiny, a mais nova franquia da Bungie e distribuída pela Activison. Apesar de ser um ótimo jogo, sua apresentação como produto final deixa muito a desejar, faltando conteúdo de campanha e desenvolver da trama, que virão posteriormente em forma de lucrativas e polêmicas DLCs (Conteúdos para Download).

Deixemos brevemente de lado este assunto, tentarei aqui tecer uma síntese do que é e do que pode vir a ser a cosmogonia de Destiny, ampla e claramente baseada nas obras de John Ronald Reuel Tolkien (autor de livros com O Senhor dos Anéis, O Hobbit, O Silmarilion, etc) e George Lucas (criador de Star Wars). 


                                                O Viajante


Toda trama se desenvolve ao redor da figura do Viajante (uma forma celeste esférica cujo poder e origem são desconhecidos), a sobrevivência da Terra se deve a ele (como dito na postagem anterior sobre o jogo Destiny). Ele afastou a Treva e graças à sua Luz os Guardiões tem um último baluarte para enfrentar a aniquilação. Mas não foi ele seguido pela Treva em suas viagens? Ele não a trouxe consigo?

Será mesmo ele o Salvador? Quem, ou melhor, o que é ele afinal? Podemos confiar no Porta Voz do Viajante que nos conta tanto (e tão pouco ao mesmo tempo) sobre a Era Dourada? O que exatamente foi a Era Dourada? 

Eis então que, através do Grimório adquirido em jogo, podemos analisar alguns pontos sobre este intrigante personagem de Destiny.

Ele é bom, mau, neutro? Temos alguns relatos sobre sua natureza primeva, tentarei resumir: 

Sabe-se que um guardião cujo nome era Pujani chegou ao Jardim Sombrio e se embriagou com suas águas, que, de acordo com ele, eram o próprio tempo em seu fluxo. 

Em um determinado momento pensou ter visto jardineiros e carroças de metal brilhantes, mas, imerso nas águas e mais além viu uma flor em forma de Fantasma - flor essa que ao tentar pegar cortou-lhe a mão e disse: "Você é uma coisa morta feita por um poder morto no formato dos mortos. Tudo o que você faz é matar. Você não pertence à este lugar. Aqui é um lugar de vida". Pujani então revidou ao dizer que "o Viajante é vida". Mas em seu coração ele teve dúvidas. Seu Fantasma o retirou daquelas águas e o devaneio da Treva havia passado, mas, desde então houve um corte semelhante ao feito por um espinho em sua mão que jamais cicatrizou. 

A dúvida de Pujani é referente a Treva, tida como O Mal. O que esse Fantasma quis dizer? Uma coisa morta feita por um poder morto cujo propósito é matar. Devemos continuar crendo na dualidade?

O que sabemos, ao certo, é que o Viajante não é o criador da vida, ou simplesmente o responsável pela existência, ele possibilitou que houvesse vida no Universo. Ele é "a razão", e não "o início" da vida. Se ele possui alguma tendência ao "bem" ou ao "mal", não sabemos. Quais suas intenções, outro enigma. Tudo que nos resta é buscar em outras fontes, ou até mesmo no conhecimento que pudermos adquirir sobre a própria Treva para compreender o Viajante.

                                                      



Nenhum comentário:

Postar um comentário